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Falta de atenção do homem - as mulheres dão a máxima atenção aos pequenos detalhes enquanto que os homens  têm tendência a ignorar as coisas que deixam as mulheres felizes. Não se lembram de datas especiais, do que elas trazem vestido, fazem tudo a correr como se tivessem pressa de ir para outro lugar qualquer.

Estar com alguém sem gostar verdadeiramente - Quando uma mulher se envolve com um homem sem sentir o mínimo de afecto por este vai andar sempre a procura de alguém que preencha esse requisito o que acabará por fazer com que haja traição.

Perder a admiração - toda a mulher gosta de admirar um homem por aquilo que ele é e por aquilo que este possui ou alcançou, se a mulher perder a admiração por um homem, não o vai respeitar e consequentemente irá traí-lo.

Ter a certeza que ainda ama o seu companheiro - Muitas mulheres chegam a uma fase da vida em que questionam se ainda amam o seu companheiro como antes, e muitas das vezes a forma de tirar essa dúvida a limpo é traindo o companheiro.

Vingança - As mulheres traídas são o pior inimigo que um homem pode ter, estas são capazes de tudo só para voltar a sentirem-se bem consigo mesmas e provar que ninguém as pode pisar ou até mesmo enganar.

Claro que nem todos os homens são iguais e nem todos são atraídos pelo mesmo tipo de mulher, mas em geral podemos dizer que a primeira coisa para onde eles olham é:

1 - Seios - Se achavam que eles olhavam primeiro para os vossos lindos olhos para vos prescrutar o íntimo e avaliar a subconsciente e procurar indícios de alma gémea, estão a apontar demasiado lá para cima. Eles até podem passar pelos olhos, mas escorregam à velocidade da luz e só páram (quando páram) no decote. Em havendo decote, não precisa de ler o resto do artigo. Em não havendo decote, ou em não havendo decote suficientemente vertiginoso para lhes reter a atenção durante mais de dois segundos, então talvez subam (com um pequeno suspiro) em direcção aos olhos. Mas atenção: seios grandes só funcionam se a cintura for fina, se toda ela for grande, nada feito.

2 - Pernas - Há quem diga que deviam ter o primeiro lugar. Se calhar deviam. Se calhar têm. Palavras para quê.

3 - Roupa feminina - Tudo depende do que eles acham que é feminino. Basicamente, em termos de moda eles encalharam todos nos anos 80. Adoram uma mulher vestida de vermelho-fogo, com saia justa, maquilhagem à matadora, e saltos altos. E cabelo comprido, evidentemente. E loiro, evidentemente. Botas bicudas, nós amamos porque nos dão umas pernas mais compridas, mas eles odeiam, acham que vamos dar-lhes pontapés das canelas.

4 - Cabelo - Para já, odeiam cabelo curto. Desperta os fantasmas homossexuais que há neles. Gostam mais de alguma coisa onde se possam agarrar. Nós achamos que estamos despenteadas, eles acham que estamos agradavelmente selváticas. Então se se for loura, passa automaticamente para característica reparável nº1. Se não for loura, passa para nº 10 porque eles só notam que não é loura, a não ser que esteja de férias na Dinamarca. Se for loura, não interessa que seja falsa ou verdadeira, porque eles não dão por isso (não lhes interessa nada como é que o conseguimos, isso é lá connosco, só lhes interessa o facto de se ser loura). Também são incapazes de perceber se estamos ou não maquilhadas, só reparam se estamos mais giras ou menos giras. Não se sabe muito bem de onde vem este fascínio pelas louras, parece que são mais luminosas e eles sofrem todos de imensas dioptrias e dá-lhes menos trabalho assim de repente descobrir onde é que está uma loura.

5 - Altura - As baixinhas podem ser engraçadinhas mas têm logo menos poder de sedução, para já porque dão menos nas vistas, têm menos território por onde espalhar as suas qualidades, e além disso os homens são preguiçososo e não lhes apetece mexer o pescoço para olhar muito para baixo.

6 - Boca - Os homens são bastante mais pré-históricos do que nós (embora eles gostem de pensar que não) e uma boca polpuda é sinal de que se é uma boa reprodutora. Claro que isso é a última coisa que lhes passa pela cabeça (pelo menos conscientemente, e pelo menos à maioria deles que não querem ser patriarcas, ou pelo menos não neste momento). O que eles verdadeiramente apreciam é uma boca que lhes apeteça beijar. Convém que não esteja coberta de baton com um ar demasiado peganhento, que lhes desperta fantasmas de plantas carnívoras. Também convém que seja sorridente. Os homens adoram mulheres ‘divertidas', quer dizer, que não compliquem nem façam ondas quando ele quiser ficar a ver o Benfica num sábado à tarde em vez de vir passear ao Guincho.

7 - Cintura fina - Mas se for tudo fino tipo tábua de passar a ferro, vai passar por eles como um holograma, nem vão reparar que entrou alguém na sala. Mesmo que simpatize consigo, vai tratá-la sempre como o seu irmão mais novo, dizer que é uma tipa porreira, dar-lhe palmadões nas costas, convidá-la para jogar hóquei com ele ao sábado de manhã, enganar-se no seu nome até ao fim da temporada, e gritar "remata, Zé Manel, remata!" sem quaisquer segundas intenções.

8 - Rabo - Tal como nos seios, um rabo grande só conta como qualidade se vier acoplado a uma cintura fina, coisa que para nossa desgraça raramente acontece. Se tudo for grande, vão achar que é um clone da mãezinha deles, ou da ‘mulher' do Botero que está no Parque Eduardo VII. Outra desgraça é que nós passamos o tempo a tentar diminuir a parte de trás de maneira a que caiba nas calças de ganga, e eles adoram que se tenha qualquer coisa para mostrar.

9 - Olhos - Pronto, já cá estamos. Aliás, em vez de ‘olhos' devia constar ‘pestanas'. Mas eles não olham para nós e mergulham lá dentro, como nós fazemos, não, permanecem a dar braçadas à superfície. Como são bastante básicos, não conseguem distinguir pelos seus olhos se você é uma boa alma ou uma desgraçada vingativa que lhe vai fugir com o multibanco e com o MP3 quando ele for ao bar buscar-lhe um cafezinho. Só conseguem ver se são azuis ou castanhos, grandes ou pequenos, mas basicamente nem é que reparem muito nisso, só notam vagamente se são ‘giros'. O resto das características dos olhos eles nem sabem as palavras para os descrever, o que também não interessa nada.

10 - Voz - De cama. O que se entende por voz de cama: baixa e rouca. Quem tem voz de cama geralmente fuma três maços de cigarros por dia e tem uma pele de pergaminho, mas eles não ligam muito à pele de pergaminho, desde que não se pareça que se tem 100 anos. Também não ligam muito ao facto de irmos morrer de ataque de coração antes dos 40. Do que eles gostam é de uma boa voz de cama. O que eles odeiam: uma voz estridente e alguém a rir muito alto e a contar anedotas que eles não percebem.


3 coisas a que nós ligamos...

... mas eles não.

1 - O nosso trabalho- Até podemos trabalhar num talho, se formos talhantes altas e louras, vão achar lindo, mesmo que sejam condes. Só começam a preocupar-se um bocado depois de terem ido para a cama connosco 5 vezes.

2 - Alguns quilos a mais - Claro que, se formos baleias, eles vão achar exactamente isso, que somos baleias, e aí nada feito. Mas o conceito de baleia para eles é bastante mais realista: é preciso mesmo que se seja uma baleia. Se formos apenas um bocadinho rechonchudas, vão achar lindo. Aliás, nem vão achar nada, nem dão por isso.

3 - Perfume - Nós achamos absolutamente imprescindível, passamos horas na perfumaria a tentar escolher o mais sexy, sentimo-nos nuas quando saímos de casa sem ele. Os homens só notam se tivermos despejado o frasco em cima. E estivermos nuas.


Estamos habituadas a histórias de amor sofridas e dramáticas, mas as verdadeiras histórias de amor, as que funcionam, são simples e diretas e sem complicações. Claro que há sempre a exceção que confirma a regra: mas se um homem está a fazê-la sofrer, o mais provável é que esteja a gastar energias preciosas com alguém que não nasceu para si e que nunca a vai fazer feliz.

O primeiro mandamento é: se um homem está interessado em si, esteja descansada que você vai saber. Ter uma relação que funciona deve ser simples, dizem os psicólogos: não deve exigir longas noites de insónia a rever todos os passos, não deve requerer angustiadas conversas com a sua melhor amiga a dissecar tudo o que ele lhe disse e não disse, não deve incluir angústia, nem adivinhação, nem sofrimento. Mas ele manda tantos sinais? Até pode mandar: há quem seja viciado em ‘flirt'. Há quem o faça por desfastio, porque é divertido, para alimentar o ego, porque você é gira e o dia é comprido e às vezes ele próprio não dá por isso. Um semáforo também manda sinais, e não está interessado em si...

Quer mesmo tirar a prova dos 9 e saber se um homem está verdadeiramente interessado em si? Os cinco ‘sinais' que não mentem são:

- Mantém-se em contacto - Como bons extraterrestres, os homens apaixonados não deixam escapar a estrela que lhes ilumina a vida e arriscar-se a que ela vá brilhar para outra galáxia. Há os patologicamente tímidos, pois há, mas em 99% das vezes, se um homem está interessado em si, vai ligar-lhe, nem que seja para ouvir o som da sua voz.

- Convida-a para sair - Porque quer passar mais tempo consigo e conhecê-la melhor. Claro. Se ele bate imenso a pestana e faz muita converseta mas a coisa fica por aí, esqueça. Ou ele já tem uma namorada ou não está muito interessado em ter uma.

- Certifica-se que não o esquece - Primeiro começa a aparecer nos sítios onde já sabe que você vai aparecer, depois liga-lhe ou manda-lhe flores ou torna-se amiguinho de todos os seus amigos no Facebook. Este não a deixa a pensar se está ou não está apaixonado por si.

- Marca logo um segundo encontro - Não a deixa três dias a dormir de telemóvel debaixo da almofada e a pensar se aquele ‘número privado' que não atendeu podia ser ele a ligar do trabalho ou da nave de extraterrestres que o raptou.

- Não a deixa pendurada - Se diz que vai ligar, liga. Se diz que vai aparecer, aparece. Se tem um contratempo qualquer, avisa-a com antecedência. Não passa um mês sem dizer nada e depois torna a aparecer como se nada fosse.


Em resumo: ele está mesmo interessado em si? Se tem dúvidas, é provável que não...


fonte: activa
Numa relação amorosa, querer agradar ao parceiro é um dos pilares para se ter uma relação feliz. Não é preciso muita coisa para despertar um sorriso e aquele brilho no olhar no seu amado.



Algumas atitudes bem simples podem fazer com que ele fique ainda mais encantado pela mulher que está do lado dele.


Fazer com que ele se sinta um herói
-Os homens adoram quando percebem que podem garantir protecção às mulheres.



Ter mãos suaves
-Eles até podem reclamar muitas vezes da vaidade excessiva, mas os homens adoram sentir mãos delicadas acariciando sua pele.



Ficar ao natural
-Mesmo que dedique uma hora diária para se arranjar antes de sair para que ele a veja deslumbrante, mas ele também adora poder apreciar os momentos em que  está em casa relaxada, sem maquilhagem, ao natural.



Usar a roupa dele de manhã
- Não perca a oportunidade de vestir uma das cuecas dele ou mesmo a camisa. Essa atitude pode ser muito sexy e fazer com que ele nem se preocupe em chegar atrasado no trabalho.



Mostrar sua independência
-Nada melhor para um homem do que admirar sua parceira. Embora ainda existam homens que preferem as mulheres em casa, mas é cada vez maior o número de homens que gostam quando a mulher demonstra paixão por um trabalho.



Fazer beicinho-Esse gesto de menina mimada quando não está satisfeita com algo funciona de vez em quando. Mas tenha cuidado para não fazer beicinho  em situações sérias.



Usar sapato alto-Muitos homens queixam-se do barulho e do incómodo do salto alto, mas também adoram ver como as mulheres ficam elegantes quando usam esse tipo de sapato.



Vesti-lo para ir ao trabalho-Não é sempre, senão eles habituam-se, mas de vez em quando dê um retoque  no nó da gravata, no casaco, no cabelo, etc…



Lingeries sensuais
-Se há coisa que os deixa muito loucos é quando as mulheres usam lingeries especiais mesmo sem ter uma data comemorativa. Use-as sempre.



fonte: www.vidapratica.net

O Verão é aquela altura propícia ás paixões! Conhecem-se pessoas novas, a noite convida a sair, e eis que entre uma palavra, um olhar, e um beijo, surge a paixão!


Os amores de Verão são muito intensos, mas rapidamente têm tendência a terminar. Pessoas que, por vezes, mal se conhecem envolvem-se emocionalmente com outras, e só mais tarde se apercebem do fiasco da relação. Não queremos de forma alguma estar a dizer que não é possível uma relação, que teve o seu início no Verão, ser duradoura, mas acredite que as hipóteses são bem menores! É que na maioria das vezes você está a dar um tiro no escuro, e só depois é que as coisas têm tendência a aclarar!

Repare que o Verão é a altura em que o calor penetra nos corpos, há uma maior predisposição para se beber, sair à noite, deixar-se levar pelo brilho das estrelas, sendo a época na qual o convívio é mais intenso. Por estes motivos todos, a atracção está em todo o lado, onde quer que se vá! Além do mais, as pessoas estão de férias, muito mais soltas, e sem os stresses de que habitualmente são alvo na altura escolar ou laboral. Enfim, o cenário perfeito ao romance!

Imaginemos a seguinte situação: num bar, apinhado de gente, conhece um rapaz bem interessante que, por acaso, está cá de férias na casa de um amigo seu. Começam a conversar, dão-se bem, saem, riem, divertem-se, e julgam que têm tudo a ver um com o outro.

Deixar-se levar pelas emoções é, sem dúvida, muito positivo e alimenta bastante o ego, mas tenha sempre a noção de que pode colocar um travão sempre que assim entender. Se as coisas derem para o torto, você não vai sofrer decepções!

O desfecho desta história pode ter duas versões: a primeira é que quando ele partir vocês iniciam um relacionamento à distância, que é sempre um risco, e as coisas parecem estar mais ou menos estabilizadas, ainda que você esteja um pouco às cegas.

Quem lhe garante o que ele faz no local onde vive? A segunda hipótese é ele fazer promessas de amor eterno, quando ainda estiverem juntos, e depois nunca mais lhe dar qualquer sinal de vida. Não lhe atende o telefone, não responde aos e-mails, nada! Aí, você apercebe-se que tudo não passou de um caso meramente de Verão! E, vai ter que estar preparada para qualquer uma destas probabilidades!

Costuma dizer-se que um relacionamento ainda recente quando sobrevive ao Verão consegue resistir a tudo! Se esta é uma verdade não sabemos, mas o certo é que o Verão transporta para a atmosfera uma necessidade de risco, aventura, desejo, que nem sempre se consegue evitar. Por isso, e caso se relacione com alguém, passe o Verão sem fazer grandes planos futuros. Depois, quem sabe, e caso tenha motivos para isso, pode ver as coisas de um ângulo um pouco mais seguro!

Claro que não tem nada de mal conhecer pessoas, envolver-se com elas, até onde você entender que deve ir, mas isso implica que tenha que ter presente que a qualquer momento pode vir a ter que desligar-se delas da mesma forma impulsiva com que se aproximou. Saber o que está por detrás das intenções de um homem é muito complexo, por isso aconselhamo-la a estar sempre de pé atrás. ‘Mais vale prevenir que remediar’- já dizia o velho ditado!

Divirta-se ao máximo neste Verão! Vá até ao restaurante que sempre sonhou, teste a sua voz naquele karaoke, embale-se ao som das suas músicas de eleição, deixe-se tocar pelo sol, sempre recorrendo ao protector e, porque não, deixar-se seduzir por aquele homem que não a tem deixado dormir sossegada?

Tudo depende de si! Uma vez mais é você que dita o seu presente amoroso nesta estação. Mas, não se esqueça que a estabilidade do seu futuro é da sua total responsabilidade !


Paixões frescas em Verão quente

Publicado em julho 18, 2010
O Verão é aquela altura propícia ás paixões! Conhecem-se pessoas novas, a noite convida a sair, e eis que entre uma palavra, um olhar, e um...
    * Prepare um jantar temático em casa, podem ser as mil e uma noites, com velas, almofadas e um jantar no chão, faça uma surpresa.

    * Agarrem num cobertor, num termo de chocolate quente e vão até um local onde a vista seja soberba, e simplesmente encantem-se.

    * Voltem ao local onde deram o primeiro beijo, envolvam-se nas recordações.

    * Vão às compras, comprem um conjunto de lençóis bem sexy, e claro não passem o dia sem o experimentar.

    * Preparem uma refeição romântica e partilhem-na num só prato.

    * Passem o dia num jardim a passear de mãos dadas.

    * Preparem uma noite simples, aluguem dois filmes que sejam do gosto dos dois e encomendem pizza, mas terminem com uma sobremesa sofisticada, partilhada do mesmo prato.

    * Comecem o dia com um pequeno-almoço na cama, e não se preocupem com mais nada.

    * Vão a um bar de karaoke e cantem uma música romântica ao vosso par.

    * Cozinhem um prato novo, experimentem e divirtam-se.

    * Leiam algumas passagens de um livro de poesia, um ao outro.

    * Façam um piquenique; está a chover? Façam-no em casa!

    * As saudades avivam uma relação, passem uma semana separados, e encontrem-se só neste dia.

    * Dêem um passeio na praia, vejam o pôr-do-sol.

    * Peguem no vosso carro e vão sem destino até chegarem a um local inesperado, e passem aí a noite.

    * Se ambos adoram cozinhar, preparem uma refeição juntos. Definam antes de mais qual é o chef de serviço nesse dia, para evitar discussões sobre técnicas, ou gostos. Se gostam os dois de ser chefes, alternem todos os anos.

    * Coloque uma nota romântica no sapato, bolso, ou carteira de quem ama.

    * Coloque secretamente um porta-retratos com a vossa fotografia na secretária do seu namorado ou namorada.

    * Secretamente vão ao local onde sabem que o vosso namorado ou namorada estaciona o carro, e coloquem-lhe uma nota de amor no pára-brisas.

    * Experimentem uma actividade radical, o palpitar do coração aproxima qualquer um.

    * E a minha favorita! Pare de ler este artigo, e telefone, ou vá ter com quem ama e diga-lhe isso mesmo, que é o amor da sua vida!

fonte: o nosso casamento


O ciúme não é sinónimo de amor. Meta bem isso na cabeça, não compactue com o ciumento e não deixe que o faça infeliz.

Podíamos dividir os ciúmes em ciúmes bons e ciúmes maus. Como o colesterol, em que o bom tem um papel útil e o mau acumula-se e entope as veias, impedindo que o nosso cérebro seja irrigado com a força de que necessita, ou soltando uma placa que, pang, nos funde os fusíveis.

Pensando bem, é mesmo assim com o ciúme. Numa dose muito suave significa que não tomamos o outro como certo, que sabemos que não devemos dormir em serviço, porque a conquista se faz todos os dias. É um mecanismo eficaz de vencer a preguiça de ir ao cabeleireiro, ou ao ginásio desfazer a barriga, que nos tira do sofá para um jantar à luz das velas, ou nos leva a passar pela florista antes de chegar a casa, porque acreditamos que há por aí «rivais» com tantas qualidades como as nossas, por quem justificadamente a pessoa que amamos se pode apaixonar.

Mas todo o cuidado é pouco, porque o verdadeiro ciumento transforma-se rapidamente numa pessoa controladora, agressiva e mesmo violenta, que se destrói a si mesmo e a todos que o rodeiam. Estupidamente, convencemo-nos de que estes sintomas são uma demonstração de amor e é fácil cair na esparrela de, pelo menos numa primeira fase da relação, os interpretar como sinais exteriores de uma paixão que lisonjeia.

Mas os ciúmes não têm nada a ver com o amor, um amor saudável e a sério, mas sim com um sentimento de posse, que rapidamente se pode tornar doentio, e levar inclusivamente à aniquilação do outro, seja em termos reais (os homicídios de mulheres em Portugal estão maioritariamente ligados a crimes passionais), ou pelo menos psicológicos, recordam os especialistas.

«É um erro pensar que o ciúme envolve sempre amor. Um homem que despreza a mulher pode mesmo assim sentir ciúmes, se mais alguém olhar para ela. O que lhe provoca este sentimento não é a paixão, mas um medo de a perder para um rival, a competição com o outro - é isso que o assusta», lembra Aron Ben-Ze´ev, filósofo da universidade de Haifa.

Na realidade, «Os ciúmes dizem muito mais de nós mesmos do que do nosso parceiro», explica um extenso dossiê sobre este tema publicado na edição de verão da Psychology Today (www.psychologytoday.com) e que vale a pena ler. São as nossas inseguranças, ligadas a traços de personalidade como a neurose, a instabilidade emocional, a falta de resistência à frustração, a raiva, a ansiedade e a depressão, entre outros, que nos levam a imaginar em cada homem ou mulher que se cruza com aquele/aquela que dizemos amar, que nos deixam prisioneiros e irracionais.

O ciumento, quando imagina o seu rival, atribuí-lhe todas as qualidades e mais algumas, mesmo que nem sequer o conheça. As mulheres fazem-no constantemente em relação às mulheres com que se cruzam, numa constante comparação que resulta do pouco valor que dão a si mesmas, e os homens não lhes ficam atrás, mas tendem, por questões culturais, a esconder essa insegurança atrás de manifestações prepotentes de poder. Se ela não fica com ele por amor, que fique pelo menos por medo, é a máxima de um ciumento doente, mesmo que nem para si mesmo verbalize assim o seu comportamento.
O antídoto do ciúme é, por isso, fazer com que cresça o nosso amor próprio, percebendo quais são essas qualidades que imaginamos que o outro procura e que na realidade não são mais do que qualidades que temos e não desenvolvemos. «Uma crise de ciúmes é basicamente uma crise de identidade», diz a Psychology Today, e deve levar-nos a olhar para dentro de nós e a perceber o que é que não temos e gostaríamos de ter, empenhando-nos em desenvolver essas potencialidades que deixámos adormecer.

Tem ciúmes, por exemplo, de todas as mulheres que são cultas e informadas, ou abraçaram uma profissão que adoram, dizendo a si própria que era uma mulher assim que ele no fundo desejava (quando o pobre não está nem aí)? Então seja sincera consigo mesma e perceba que o que ansiava era ser como elas e trate de o ser.

Quando os ciúmes lhe estragam a vida

Publicado em agosto 28, 2009
O ciúme não é sinónimo de amor. Meta bem isso na cabeça, não compactue com o ciumento e não deixe que o faça infeliz. Podíamos dividir...

Aquilo com que ele menos sabe lidar é com o dinheiro, precisamente o que mais falta faz depois do amor e da cabana.

E para descobrir se é um gastador nato ou um forreta que mete a um canto o Tio Patinhas, basta apenas reparar em alguns dos gestos dele.

Se gasta sem olhar a despesas e mesmo os jantares mais informais a convida para restaurantes de luxo onde é uma loucura apenas olhar para a ementa, se gosta de lhe dar presentes com preços de muitos zeros, e não olha a despesas para lhe proporcionar umas mini-férias de sonho então, ou lhe calhou um milionário (sua sortuda) ou um homem que coloca o bem estar à frente do dinheiro e isso pode resultar em perigo, por este se tratar de um gastador compulsivo.

Tome em especial atenção se, ao contrário de 99,9% dos homens é ele quem a convida para uma volta no centro comercial onde acaba por comprar aquilo que nunca vai usar e se quando entra numa loja fica particularmente tenso e nervoso.

Se por outro lado aparece sempre com roupa que já viu melhores dias, nunca oferece um presente nas festas de aniversário dos seus amigos, lhe pede sempre para o ir buscar a casa ou ao trabalho ou no restaurante divide a conta até ao último tostão ou se faz desentendido na hora de pagar, então está face a um novo Mr. Scrooge.

Estas atitudes face ao dinheiro podem comprometer gravemente a sua relação e para tal nada melhor do que ter uma conversa se não quer arriscar o seu futuro afogada em dívidas ou a levar o resto do tempo a pagar as contas de restaurante dele.

fonte: www.mulherportuguesa.com


Formas de bem-querer

Stendhal, autor do livro Do Amor (Pergaminho), escrito no século XIX, apresenta quatro amores diferentes. Há quem diga que o amor é um sentimento moderno inventado por ele.
Do primeiro ao quarto, há o amor-paixão, o amor-gosto, o amor-físico e o amor-vaidade
Dos dois primeiros diz que “é um quadro onde tudo, até as próprias sombras, deve ser cor-de-rosa, onde nada de desagradável deve entrar…”
Mas “enquanto o amor-paixão nos leva para além de todos os nossos interesses, o amor-gosto
sabe sempre conformar-se com eles”
No amor-físico “toda a gente conhece o amor baseado neste género de prazeres”
O amor-vaidade é descrito como o desejo de ter para pura exibição.

O amor filial entre mães e filhos encheu telas e pergaminhos, mas sobretudo o amor entre amantes. Hoje, dir-se-ia que é muito mais matéria de estudo. Mas o mesmo objectivo final do ser humano que, de amor em amor, continua a procurá-lo e a desejar encontrá-lo no seu maior expoente.

Catarina Mexia, psicóloga clínica e terapeuta familiar, distingue as fases do amor em “termos de retribuições”. Explica: “Quando somos bebés, inspiramos o amor mais incondicional. Recebemos tudo e conscientemente damos muito pouco em troca. Mais tarde, já crianças, começamos a reconhecer os outros e a perceber que eles existem. Continuamos a receber muito, mas já começamos a dar algo em troca e a sentir que esta retribuição é necessária.” Com este salto de uma fase para outra do amor surgem também as primeiras desilusões e conflitos, e é também nesta altura que se começam a perceber outras dimensões do amor. Este torna-se mais complexo e passa-se a gostar com fundamento. Isto é, já não se gosta porque se gosta ou porque sim, “mas porque o outro tem qualquer coisa, alguma característica que nos aproxima”, comenta.
Chegada a adolescência, as hormonas tomam o comando da nossa vida. Não há nada a fazer!

Segundo a terapeuta, tudo fica mais complicado porque o amor começa a misturar-se com as questões da sexualidade. Nesta fase, “damos muito e recebemos muito, mas sobretudo ficamos muito confusos porque há uma série de novas experiências e novas sensações, coisas forçosamente inexplicáveis que começamos a sentir”. Mas há sobretudo uma “que é uma das riquezas da adolescência, e que é um ir e vir constante entre a descoberta do eu – a introspecção que acontece muito durante este período – e a descoberta do outro”. Catarina Mexia lembra que é precisamente este movimento que vai moldar a nossa identidade adulta, o que vamos ser como tal.

Define-se a capacidade de amar e de nos relacionarmos com os outros. As relações futuras, tanto no campo da amizade como do amor, são muito o “reflexo” desta possibilidade de introspecção e conhecimento que ocorre e nos deve ser permitida nesta fase da vida.

“Como jovens adultos tendemos para a superficialidade”, diz. A beleza e o poder do outro justificam as nossas escolhas, as nossas relações. “Estas são mais superficiais, baseiam-se um pouco mais na conveniência, são paixões intensas.”

Mas, ao mesmo tempo, “também é o momento em que muitas vezes encontramos a alma gémea, a relação que se prolonga para o resto da vida”.

No lado oposto, “a fase do amor adulto tem a ver com compromisso, em que as pessoas assumem que aquela relação lhes interessa, e a partir daí estabelecem uma série de projectos”, explica, esclarecendo que, se todas estas etapas se sucedessem em ordem, esta seria aquela em que as pessoas “conscientemente aceitariam ter filhos”.

Para a terapeuta familiar ainda não se trata de amor companheiro, “em que o sexo vem muito depois”, diz, explicando que actualmente este tipo de amor está um pouco posto em causa.

Uma das fases ou tipos de amor segundo um vasto número de autores, o amor companheiro é aquele que sucede ao amor romântico, à paixão, e onde é preciso um investimento muito grande dos intervenientes. O psicólogo social Robert Sternberg é um dos que fala nestes dois tipos ou fases, numa classificação baseada na teoria triangular. Ou seja, o tipo de amor é definido em presença de três componentes: intimidade, paixão e empenho. Enquanto no amor romântico a intimidade e a paixão estão presentes em detrimento do empenho, no amor companheiro o empenho passa a liderar ao lado da intimidade, mas a paixão ‘arrefece’.

Amor, sexo e paixão é uma trilogia explorada por um dos autores do nosso tempo, e provavelmente um dos que mais tem escrito sobre todos estes conceitos. Na obra Enamoramento e Amor como em O Mistério do Enamoramento (Bertrand), Francesco Alberoni apresenta-nos uma empolgante análise destes fenómenos. Escreve neste segundo título que “o enamoramento é uma modalidade de transformação, de crescimento, de forma de caminhar para o futuro”. E lembra que, já na infância, quando a criança se enamora de um coleguinha, começa a afastar-se da mãe.

Segundo Alberoni, o enamoramento é um processo. Enquanto o fascínio, a paixão fulminante, a atracção súbita são apenas etapas deste. Mas esclarece que “a simples experiência do fascínio, a simples experiência da paixão fulminante, por si só não basta para criar um enamoramento”. Depois, o processo de enamoramento “requer uma correspondência profunda entre as pessoas”.
De qualquer forma, este pode evoluir. Na obra Lições de Amor (Bertrand), Francesco Alberoni escreve: “O enamoramento, se se tratar de verdadeiro enamoramento, transforma-se em amor, em instituição e em durabilidade.” A tendência para o amor está inscrita no ser humano, assegura, e “tende a reunir, a fundir e a conhecer”. A outra, a sexual, leva-nos “a procurar o prazer imediato e também a mudar e a explorar”.

Seja como for, uma boa parte das queixas dos casais anda à volta ou vai sempre dar à sexualidade enquanto as hormonas estão activas, assegura a psicóloga e terapeuta familiar Catarina Mexia. Recorda também que o dito amor companheiro, “em que o sexo vem muito em segundo plano”, é empurrado cada vez para mais tarde.

“Aos 40 [anos] e tais”, em que a consolidação da relação está em curso, “ocorre por vezes um senão, que é o surgimento de algumas mágoas”. Também há uma certa falta de imaginação nesta altura. As pessoas ficam cansadas uma da outra e correm o risco de acomodar-se. “Há também a confusão do amor com a paixão. A recordação do que foi a paixão é ainda muito recente, e as pessoas têm dificuldade em fazer a transição entre uma coisa que foi muito intensa para outra mais calma, embora agradável”, diz a terapeuta, esclarecendo que há um conflito latente nos elementos do casal entre voltar a focar-se no individual e manter a relação com o ‘nós’, enquanto casal.

Contudo, ao contrário de tudo o que se preconiza, “o desgaste não é uma inevitabilidade”, diz, lembrando ainda que para construir relações bem sucedidas não basta ser criativo. “É fundamental não ficar agarrado à ideia do amor romântico, que continua lá apesar de tudo, porque isso não existe.” Por outro lado, as pessoas têm tendência “a achar que desgaste é igual a coisas profundamente negativas, quase divórcio, e não é”.

A última fase do amor no tempo é calma e tranquila. É feita de “companheirismo, consolidação e recordações. O casal tende a valorizar as recordações positivas”. A intimidade também aqui pode levar ao sexo, observa a terapeuta. Mas é sobretudo uma intimidade ao nível da pele, do toque, de mãos nas mãos até ao fim dos tempos.

fonte:maxima