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Ilhas Fiji

Tailândia

Marrocos


Egipto

Em Roma, sê romano, como se costuma dizer!


Este é um provérbio antigo mas que se adequa, na perfeição, quando se viaja para outros países. Sobretudo se o tema é roupa!

Dubai
As mini-saias e os calções são proibidos fora dos hotéis, os de biquínis está confinado aos resorts.

Egipto
Fora da praia não vista roupas muito curtas.

Marrocos
As recomendações são as mesmas que para o Egipto, embora também seja de bom tom as turistas cobrirem os cabelos.

Costa Suali (Tanzânia e Quénia)
O topless é ilegal e a roupa usada não deve ser muito ousada.

Tailândia
Fora da praia evite peças muito curtas e decotadas. Índia e Sri Lanka A cultura de praia está muito estabelecida nestes dois países, mas em algumas situações usar um sari é quase obrigatório.

Turquia
Pode vestir calções e t-shirts mas não se esqueça que não poderá entrar nas mesquitas assim vestida.

Ilhas Fiji
Fora dos resorts deve-se evitar mini-saias, calções e transparências. Nas aldeias, devem cobrir-se com um sarong.

Caraíbas
Fazer topless e vestir roupa com um padrão de camuf lado é ilegal em muitas das ilhas caribenhas.

Europa católica
Nos santuários e em muitas igrejas do Velho Continente, os turistas não podem entrar com as pernas e os braços à mostra.

fonte: sapo mulher





Tal pode ser muito simples ou envolver emoções inesperadas. A criança esteve com os pais durante as férias e agora custa-lhe mais desapegar-se dos pais. Voltar à rotina escolar não deixa de ser uma mudança: a passagem de uma realidade onde, por regra, não existem obrigações pré-estabelecidas, para outra que traz novas solicitações e tarefas a cumprir. Por isso, mesmo que este acontecimento seja visto como fonte de prazer, há que contar com algumas hesitações e dificuldades de adaptação de vária ordem. Se assim for, também para os pais esta reentrada pode ser mais penosa. Pensar positivamente e acreditar que a criança rapidamente se readaptará é importante.

Por outro lado, sabemos que as educadoras estão habituadas a este tipo de situações e durante os primeiros dias de aulas têm estratégias especiais que ajudam a ultrapassar a crise. Rever os amigos do ano anterior e conhecer as novas crianças é outro factor que ajuda a suportar melhor a separação. Por tudo isto, o regresso ao infantário não tem de ser forçosamente angustiante.

Outras mudanças que entram em jogo nesta fase são biológicas. As crianças passam de uma situação em que têm os sonos mais adaptados à sua realidade biológica, para outra em que, pelo facto de terem de cumprir horários, deixam de dormir as horas que eventualmente precisam. Por outro lado, e com a entrada na escola, também vão ter de aprender a gerir o seu tempo de outra forma. A criança necessita, sobretudo, que lhe dêem tempo para se adaptar.

O mais importante é tranquilizar a criança, fazer com que sinta com naturalidade as emoções do momento. Mas também é muito importante que os pais se mantenham firmes e persistentes, encarando as mudanças e desafios com confiança. É importante que os pais expliquem às crianças que também eles sentiram algum receio quando tiveram de voltar para a escola. Que mesmo hoje, às vezes, sentem medo e alguma ansiedade. Mas que o importante é não se deixarem vencer por esse tipo de sentimentos. Ao ter consciência de que as dúvidas e, sobretudo, o medo, também fazem parte do mundo dos adultos, a criança tranquiliza-se mais depressa e, simultaneamente, à imagem deles, torna-se mais corajosa.

Para o regresso à escola é necessário preparar emocionalmente a criança, explicando-lhe que os pais têm de regressar ao trabalho e as crianças têm de regressar às escolas e infantários. É também uma ajuda envolver a criança nos preparativos, pedindo a sua colaboração para a escolha dos materiais e/ou roupas que é preciso comprar. Quando tudo está preparado, o melhor é ter um dia calmo, deitar cedo, contar a sua história preferida e mostrarem-se serenos e seguros. Os pais não devem valorizar sintomas do início da adaptação, tais como chorar quando a deixam no infantário, dores de barriga e de cabeça, “chichis” nocturnos esporádicos. Estes sintomas iniciais são normais e só se tornam preocupantes se persistirem e se a criança continuar a rejeitar o jardim infantil. Há que estar sempre presente e atento. O carinho nunca é em excesso, mas não deve haver superprotecção.

No entanto, sabemos que todas as crianças são diferentes e que para algumas esta situação pode ser mais complicada. O pior é quando o medo e a ansiedade se instalam de forma avassaladora, prolongando-se por bastante tempo. Nestes casos, é provável que a criança esteja com dificuldades de adaptação à instituição e às suas normas de funcionamento e/ou de interacção com educadores e colegas. Se assim for, a situação deve ser analisada e reflectida por pais e educadores em conjunto, com a participação da criança, para que possam ser encontradas soluções. Todos os medos que permanecem durante bastante tempo no imaginário da criança e/ou que condicionam o quotidiano em diferentes contextos, devem ser analisados. Se persistirem podem consolidar-se, tornando-se fóbicos, porque a criança não os consegue ultrapassar de forma natural. Relativamente à escola, pode constituir-se uma Fobia Escolar.

Nestes casos, é necessário procurar um psicólogo para que seja feita uma avaliação e seja identificado concretamente o que está na origem da Fobia Escolar. Muitas vezes acaba por se detectar que a Fobia não está directamente relacionada com a escola mas sim com a dinâmica familiar. É também possível que a Fobia Escolar esconda uma Depressão Infantil, pelo que o diagnóstico diferencial feito por um especialista é essencial.


Como identificar e tratar a Fobia Escolar
Quando esta situação acontece sistematicamente, é necessário consultar o pediatra pois, a criança pode estar a sofrer de fobia escolar. Não pense que o seu filho é muito novo para ter esta fobia. São muitas as crianças que atravessam este problema ainda no infantário. O que é realmente verdade é que se esta perturbação não for tratada de forma precoce, poderá inclusive levar ao aparecimento de transtornos psicológicos mais graves.

As causas
Na maior parte dos casos, as causas deste transtorno estão relacionadas com:
- A ansiedade dos pais no momento da separação
- O medo de ir para a escola por causa do professor ou dos colegas
- A ansiedade sentida pela criança ao separar-se dos pais

Isto acontece porque as crianças têm dificuldades em adquirir novas rotinas como a mudança de casa, o nascimento de outro irmão, uma doença...

Os sintomas
Quando o pediatra não é advertido para este problema e a criança não é tratada podem apresentar-se alguns sintomas como, por exemplo:

- Diarreia
- Dores corporais
- Suores
- Ataques de medo
- Aumento dos batimentos cardíacos
- Tristeza
- Tremores
- Tonturas O diagnóstico e tratamento
O diagnóstico costuma ser clínico e faz-se através da observação dos sintomas que a criança apresenta. Para tratar a sintomatologia da fobia escolar, pode ser necessário recorrer a psicoterapia ou apoio psicológico.

Quanto mais cedo a criança iniciar as terapias específicas para o seu caso, mais rapidamente poderá recuperar e reiniciar a sua vida social normal.

A falta de tratamento poderá levar a situações mais complicadas que vão desde a depressão reactiva ao insucesso escolar, à ansiedade crónica ou ao isolamento social.


fonte: familia.sapo.pt

Por volta dos dois anos, muitas crianças resistem ao momento do banho diário, que a partir dessa altura se converte numa tortura para eles e para os papás.

Depois de uma permanência de nove meses no ventre materno, tão quentinho e protegido, o bebé nasce… e tudo muda. No repentino encontro com o mundo, cheio de surpresas e de modificações, torna-se imprescindível restabelecer o contacto que o pequenito mantinha com a sua mamã enquanto estava na barriga.

Este restabelecimento começa a esboçar-se durante o parto, quando atravessa as paredes do canal vaginal, vulgarmente reconhecido por “abraço vaginal”. Depois sentirá a temperatura exterior, as mãos do obstetra, as primeiras carícias.
A partir daí, haverão outras formas, como por exemplo a amamentação e os cuidados diários, que ao propiciarem um contacto corporal irão ajuda-lo a resolver as situações menos agradáveis. É fundamental que a mamã toque no bebé, uma vez que o primeiro sistema a entrar em funções no mundo extra-uterino é o sensorial.

Estas experiências favorecem a evolução das capacidades motoras, intelectuais e emocionais, e estimulam a confiança básica do bebé ao sentir-se amado. Os mimos são tão importantes que não é exagerado dizer que ajudam o recém-nascido a defender-se melhor da doença e do stress físico e psíquico.
É claro que o momento do banho (que também permite ao papá incluir-se na actividade), associado ao estímulo das carícias, ao olhar, à voz e à água morna, é um recurso que colabora para o desenvolvimento de um psiquismo saudável.

Embora o banho seja um momento ideal para desfrutar de um momento de prazer, é normal que as crianças, por volta dos dois ou dos três anos, sintam uma repentina recusa em tomar banho. Trata-se de algo passageiro e com a sua ajuda poderá ultrapassá-lo facilmente.

Nessa idade é normal que se registe muita ansiedade nas crianças, dado que a compreensão que têm do mundo ainda está em pleno desenvolvimento. Também é uma etapa de muita imaginação, na qual começam a estar em contacto com os seus sentimentos e sabem o que significa sentir medo.

Como estas sensações surgem ou se intensificam durante a noite, é provável que sejam motivadas pelo estado emocional com que a criança fica muitas vezes a dormir, o que converte esse momento do dia no menos oportuno para tentar inverter a situação.

Se o seu filho está a atravessar uma situação assim, o melhor é dar-lhe o banho o mais cedo possível. E não se esqueça que ele necessita da sua paciência: não o force, uma vez que isso só agravaria a situação.


Um lugar grande demais

Geralmente, esses primeiros medos surgem associados ao uso da banheira da casa. Talvez porque até esse momento, o seu bebé ainda não se tinha apercebido das dimensões da mesma: sente-se demasiado pequeno dentro de um espaço enorme, e isso pode produzir-lhe ansiedade e medo. A presença de um adulto irá tranquiliza-lo e será fundamental para prevenir acidentes.

Sugestão:
apoie-o enquanto lhe dá banho, leve os seus brinquedos para a água, cante-lhe e fale-lhe, porque a voz e o olhar irão serena-lo.

O medo de fazer chichi

É frequente que às vezes os bebés façam chichi na banheira. Face a isto, alguns papás reagem com muita irritação, provocando uma grande desarmonia nas crianças, que nesta altura ainda não têm um adequado controlo dos esfíncteres. Quando isto passa, o melhor é explicar-lhe que a banheira não é o lugar onde se faz chichi, mas faze-lo de maneira que o possa entender. Se lhe grita irá assustar-se e nesse estado emocional dificilmente compreenderá aquilo que lhe quer transmitir.

Aprender a brincar

É importante não forçar a criança a permanecer na água quando está assustada, para não a atemorizar ainda mais. De modo que é fundamental a presença de um dos seus papás ou uma figura afectiva importante, que lhe possa transmitir segurança e confiança.

O ideal é que a hora do banho seja - tanto para o bebé como para os pais - uma instância de intimidade, de encontro e de comunicação agradável, mas - acima de tudo - um momento de brincadeira, e não um simples trâmite.

Há mamãs que insistem constantemente com o seu filho para que se vista, para que ande mais depressa, para que tome banho, para que acabe de comer… Mas convém lembrar que brincar não é perder tempo mas preparar-se para a vida, uma vez que através da actividade lúdica as crianças resolvem muitas situações traumáticas.
Alguns conselhos…

Para não pressionar a criança, pode encher-se primeiro a banheira, e depois o papá ou a mamã podem meter-se lá dentro (obviamente que com roupa adequada, como por exemplo um fato de banho) juntamente com alguns brinquedos que flutuem e que, pela sua forma e cores, sejam atractivos para o pequenito.

Quando o pequenito tentar meter-se na água com os brinquedos será um sinal claro de que perdeu o medo. É preciso ter paciência, porque isso pode demorar algum tempo.

É preciso lembrar que as crianças têm ritmos diferentes dos adultos… É bom nunca as apressar, porque isso aumenta a sua ansiedade e a tensão, e fará com que - certamente - da próxima vez nem sequer estejam dispostas a aproximar-se da banheira.

Conselho:
não se esqueça de que deixando o banho para os últimos momentos, o seu filho poderá sentir-se cansado e irritado, impedindo uma vivência agradável do banho.

Como garantir um banho seguro
- Coloque um tapete anti-deslizante no fundo da banheira.
- Certifique-se que a temperatura da água é adequada.
- À medida que a água da banheira vai arrefecendo, junte-lhe água quente, para evitar que tenha frio.
- Verifique que não existem correntes de ar na casa de banho.
- Evite que a criança toque nas canalizações, pois poderia queimar-se no metal.
- Nunca, nem sequer por alguns minutos, a deixe sozinha enquanto estiver dentro da banheira, uma vez que as crianças podem afogar-se mesmo em pouca água. - Não encha demasiado a banheira; com 10 a 13 centímetros é suficiente, pelo menos a princípio.


Brinquedos ideais para a hora do banho

- Aparelhos de fazer bolinhas de sabão.
- Brinquedos que flutuem na água.
- Brinquedos que permitam manipular líquidos.
- Recipientes para encher e esvaziar com água (por exemplo, caixinhas de plástico).
- Embalagens vazias de champô, sem as tampas. - Livros plásticos, à prova de água.


Para fazer do banho um momento de brincadeira

- Trata-se de alterar o convite: já não será “vamos tomar banho”, mas sim “vamos brincar na água”.

- Espuma e gel de banho para crianças “que não irritam a pele nem os olhos” são aliados da diversão. Têm aromas agradáveis e permitem fazer bolhas, uma coisa que a maioria das crianças adora.

- Divirta-se na banheira com a criança, especialmente durante os fins-de-semana, que é quando os papás têm mais tempo.

- Utilize sabonetes de formas atraentes, de cores e aromas diferentes.

- Existem champôs com personagens conhecidos. Todas as crianças têm personagens preferidos. Podem escolher juntos quais comprar.

- A hora do banho é um bom momento para criar penteados estranhos quando o cabelo ainda está com o champô. As meninas adoram. Deixe a sua filha ver-se num espelho enquanto cria esses penteados, e deixe que ela também brinque com o seu cabelo.
- Evite que o champô entre para os seus olhos, e que molhe o seu rosto.

- Convida-las a dar banho aos seus bonecos também pode ser um bom estratagema para que as meninas percam o medo. Como têm uma identificação com os seus bonecos, se a eles não acontecer nada, também não lhes acontecerá nada a elas.

fonte:forum.g-sat.net

Apesar de divertida, a praia esconde alguns perigos contra os quais devemos estar alerta. E os cuidados a ter para evitar esses perigos devem ser sempre respeitados.

Mesmo que os pais não estejam perto da sua criança, continua a ser sua responsabilidade protegê-la e educá-la, alertando-a para esses perigos.
Ficam aqui, então, alguns conselhos que podem valer tanto para os adultos como para os mais pequenos.

O sol

* Apesar de nosso amigo, o sol pode ser muito "falso" se não soubermos lidar com ele. Por essa razão, devem evitar-se as horas em que a sua radiação é mais perigosa, ou seja, entre as 11h30 e as 16h30 (pela hora de Verão portuguesa).

* Depois de um longo Inverno, o nosso corpo precisa de fazer uma habituação progressiva ao sol. Nos primeiros dias de praia, as crianças devem estar protegidas com uma camisola de algodão, usar chapéu (preferível ao boné, porque protege as orelhas) e calção ou fato de banho.
Ao contrário do que se possa pensar, esta roupa deve ser mantida seca, para não se colar ao corpo e perder as propriedades de protecção contra o sol.

* Os perigos de queimaduras pelo sol aumentam ou diminuem conforme o tipo de pele. No entanto, deve usar-se sempre um filtro solar com o índice de factor de protecção adequado.

* Para produzir os devidos efeitos, a primeira aplicação de protector solar deve ser feita cerca de meia hora antes da exposição ao sol e repetida regularmente (de hora a hora, cada vez que se sai do banho ou se transpira em demasia).

* Não se esqueça de proteger o peito dos pés, as costas das mãos, as orelhas, o nariz, os lábios e a área em redor dos olhos. Além de serem zonas sensíveis, também se queimam!

* Aplique o filtro solar mesmo que a criança esteja à sombra de um chapéu-de-sol ou de um toldo. Além de não impedirem totalmente a passagem dos raios solares, a luz reflectida na areia pode ser suficiente para provocar uma queimadura.

Alimentação e banhos:

* O melhor "lanche" para levar para a praia são os legumes (em salada, por exemplo), frutos, água e sumos naturais, uma vez que são ricos em caroteno, que ajuda a pele a defender-se da agressão das radiações solares.

* Por outro lado, são alimentos leves que permitem uma melhor digestão. Quando o calor é em demasia, a digestão torna-se mais lenta e pode provocar indisposição.

* Já agora, falemos do tempo de digestão. Tenha atenção às horas a que a criança come e aquelas a que pode ir à água. Não se esqueça que a digestão é sempre de duas horas e meia, quer seja uma feijoada ou uma simples sandes!

* Há muitos cuidados a ter ao ir à água. Se estiver demasiado fria deve-se ensinar a criança a não entrar nela de repente. O choque térmico pode ser fatal (pode provocar desmaios, paragem cardíaca, etc.).

* Durante o dia, as brincadeiras podem fazer com que nos esqueçamos de algo essencial: a hidratação. E por hidratação não entendemos o tomar banho na água, nem o filtro solar de protecção. Hidratação é beber água!


fonte: seguranca.bloguedobebe.com

Não tem mal nenhum, se for uma zona segura, com pouco movimento e com facilidade de controlo por parte dos adultos.

Brincar livremente, mexer-se, interagir com os outros e viver "aventuras" são factores essenciais ao crescimento saudável.

Contudo, há vários conselhos que, se forem respeitados, garantem maior segurança.
1 - É melhor que as crianças brinquem em grupo ou, pelo menos, com outro amigo (conhecido dos adultos).

2 - As crianças devem habituar-se a dizer para onde vão, se decidirem deslocar-se do local onde estão a brincar.

3 - É de evitar brincar na rua. É sempre perigoso, mesmo que o movimento seja extremamente reduzido.

4 - As crianças devem ser alertadas para as brincadeiras e os objectos perigosos (fogo, fósforos, plásticos, líquidos e objectos desconhecidos, charcos e lagos, etc.).
Os adultos devem explicar por que são perigosos, quais as consequências que pode haver e não apenas proibir.

5 - Devem alertar-se as crianças para os perigos de janelas e locais altos (quedas), ruas e automóveis (ir atrás de bolas, por exemplo) e locais desconhecidos.

6 - Devem ser ensinadas e respeitadas (pelo exemplo) as regras de atravessar ruas, os semáforos e restante sinalização, etc.

7 - Devem ser dadas indicações fáceis e claras sobre como agir em caso de acidente ou se a criança se perder.

8 - Ao andar de transportes e/ou nos locais públicos, as crianças não deverão ter valores à vista (relógio, telemóvel, carteira, fios, pulseiras, etc.).

9 - As crianças devem ser habituadas e ter a oportunidade de contar (sem medo) aos pais os acontecimentos estranhos que viram e encontros com desconhecidos.

10 - São de evitar (e explicar porquê) locais pouco iluminados ou mal frequentados.

11 - As crianças devem ter sempre consigo um valor mínimo em dinheiro para poder fazer um telefonema. Do mesmo modo deve garantir-se que conhecem os seus números de contacto (telefones) de cor.

12 - Deve-se ensinar as crianças a não dar informações sobre si ou sobre a casa, família ou amigos a desconhecidos.

13 - As crianças devem ser ensinadas a não aceitar ofertas ou boleias de desconhecidos.

14 - As crianças devem tentar sempre confirmar novos planos que vão contra indicações ou combinações anteriormente feitas com os pais (novas pessoas que as vão buscar à escola, por exemplo).

fonte: seguranca.bloguedobebe.com

As crianças deliram com uma tarde que reúne e recria todas aquelas coisas que mais gostam – parece um mundo só delas! Seja para assinalar um aniversário, o Natal, a Páscoa, a chegada do Verão, o fim ou o início do ano lectivo, aproveite estas ideias divertidas e deixe todos de boca aberta!

1. Plano da festa 2. Lista de convidados 3. Definição da data e horário tendo em conta os próximos factores 4. Definição do local da festa 5. Escolha o tema da festa 6. Alimentação 7. Lazer na festa 8. Plano de desenvolvimento da festa


1. Plano da festa


O primeiro passo é o de planear a festa. Sente-se com seu filho(a) e descubra que tipo de festa

ele gostaria. Então verifique se o seu orçamento, criatividade e energia comportam este desafio.

Se a resposta for não, faça uma adaptação na ideia para alguma ideia possível.

Se puder, tenha uma “ajudante” na organização. Desde o início da organização da festa, deve

ter uma pessoa da sua confiança participando na estrutura do evento pois, sozinha, poderá não

conseguir fazer tudo.

2. Faça a lista dos convidados


Considere a possibilidade dos irmãos, “Ama” ou pais também virem. Veja abaixo as características conforme a

sua escolha de data e horário. Após ter feito a lista considere que aproximadamente 15% das pessoas deixarão

de vir.


3. Defina a data e horário levando em conta os próximos factores:

Festas no Fim de Semana - As festas no fim de semana geralmente têm um maior número de

pessoas, pois quando a criança convidada tem irmãos, os mesmos provavelmente virão já que o pai

ou a mãe ou ambos irão trazer os seus filhos.

Festas Durante a Semana - É raro acontecer, pois o irmão(ã) muitas vezes tem outras actividades

ou a criança convidada tem por exemplo “boleia” de algum colega da escola porque os pais que

trabalham, não o podem ir buscar e depois também acabam por não poder comparecer na festa.

E o número de pessoas presentes na festa é de facto menor.

Festa na Escola - As festas na escola são as mais económicas. Os pais da criança realizadas

aniversariante devem organizar o transporte para o local da festa com total segurança,

criando a necessidade de se oferecer o almoço ao invés dos “Salgados” mas, por outro lado,

proporcionam uma festa mais económica pois o número de convidados se restringe às crianças

sem a presença dos pais, “Ama” ou irmãos. Este tipo de festa é recomendado a partir dos 5 anos

de idade.

Se a festa for em Buffet Infantil, geralmente o custo é menor que em outros horários e a duração

da festa também é menor.

4. Defina o local da festa

Se deseja fazer a festa num espaço infantil, é importante definir o local com pelo menos 3 meses

de antecedência. Antes de escolher o local, visite o mesmo e verifique se o mesmo tem condições

para receber as crianças convidadas. Além da estrutura do local, é interessante que o mesmo esteja

localizado num local de fácil acesso, de preferência próximo da escola ou região onde predominam

os convidados e o(a) aniversariante. Caso a festa se realize na escola, esta preocupação pode ser

menor pois terá que oferecer o transporte para o local. Se pretende fazer a festa em casa, deve

verificar a disponibilidade de data se for utilizar o salão do Condomínio e conte que terá muito mais

trabalho pela frente, o que tornará a festa também mais gratificante para quem a organiza.

As vantagens da festa em casa são, efectivamente, a de tornar o evento mais versátil e ser

exactamente ao seu gosto. E neste caso se não pretender oferecer uma grande estrutura, o custo

será menor e o horário da festa é também mais flexível. Apesar de dar mais trabalho como se referiu.
5. Escolha o tema da festa

O tema deve estar relacionado com a idade do(a) aniversariante. Além disso é necessário verificar

se o personagem escolhido está disponível, pois às vezes, trata-se de um tema novo que ainda não

oferece opções no mercado.

6. Alimentação

Conforme citado na etapa de data e horário, a alimentação deve ser definida de acordo com o horário

da festa. Se a festa for feita em casa, deverá ter em conta a quantidade de salgados, doces... que

deve preparar. Para melhor compreensão, leia mais em baixo o texto sobre a “Quantidade de

Alimentos”. Se optar por um buffet infantil, deverá apenas definir o cardápio não se preocupando com

as quantidades.

O bolo e os doces são componentes de destaque da festa. Além de saborosos, devem ser bonitos

e/ou criativos. Existem muitas pessoas ou pastelarias que fazem doces modelados com os

personagens do tema da festa. Da mesma forma, o bolo pode ser feito com formato ou até com uma

foto relacionada ao tema.

7. Animação na festa

O tipo de Animação está directamente relacionado com a idade dos convidados. Por outro lado, é

sempre importante ter música no evento, por forma a agradar especialmente as crianças mas

também os adultos que lá possam estar. Relativamente aos serviços que pode ter no Aniversário.

Caso dos Mágicos, Palhaços, Parques Insufláveis, Karaoke..., deverá ter sempre em conta o serviço

face à idade do(a) aniversariante e com a média das idades dos convidados. Por outro lado, se optar

por um serviço de “Personagem”, verifique a possibilidade de relacionar este serviço com o tema da

festa. No caso dos Palhaços, também pode também ser possível planear brincadeiras e/ou histórias

relacionadas com o tema da festa.

8. Plano Roteiro da Festa

A festa dura em média 3 a 5 horas. Considere que quase ninguém chega no horário marcado, com

a excepção do tipo de festa realizada directamente na escola. A primeira etapa é a das brincadeiras

se houverem monitores e/ou disponibilização dos brinquedos (Parques Insufláveis, Jogos diversos, etc).

A próxima etapa será a da apresentação do teatro ou qualquer outro Serviço contratado (Palhaços,

Mágicos....).

Por fim, a etapa dos “Parabéns”. Depois desta etapa, os convidados começam a se despedir e aí,

geralmente, faz-se a entrega das Lembranças e também o Agradecimento pela presença.

Quantidade de Alimentos

Em primeiro lugar devemos considerar que a quantidade irá variar em função do horário da festa

e dos convidados previstos.

Se a festa ocorrer no horário do almoço ou jantar, devem estar previstas 2 situações:

a) Oferecer uma refeição, em geral, uma massa com opção de molho ou duas massas cada uma

com um molho diferente e uma salada simples e também salgados durante o resto da festa;

b) Oferecer salgados variados em quantidades maiores que o normal.

Se a festa ocorrer à tarde:
a) Oferecer salgados variados.

Quantidades para cada ocasião:

Se a festa acontecer durante a semana, provavelmente o número de adultos será menor.

Já no final de semana, deverão comparecer um maior número de adultos.

fonte: oficina dos sonhos

1 - Antes de começar a fazer a mala, pense nas peças que irá levar.

2 - Escolha roupas básicas e que combinem umas com as outras.

3 – Os acessórios são fundamentais e facilitam na variação da aparência diária… e não ocupam espaço.

4 - Cores vivas em gravatas e lenços mudam o visual da mesma roupa.

5 - Leve uma sacola dobrável na mala, pois certamente suas compras farão a bagagem da volta crescer.

6 - Para evitar dobras indesejáveis, use cabides e o vapor do chuveiro nos banhos para tirar os vincos.

7 - Não se esqueça dos remédios para viagem.

Peça por peça:

1 – Primeiro estenda as calças, vestidos e saias compridas no fundo da mala. Deixe as pernas das calças para fora e vá colocando uma sobre a outra, alternando o sentido.

2 - Espalhe as peças menores como as saias curtas, os calções e as bermudas por cima das maiores. Um dos segredos é diminuir ao máximo o número de dobras, isso reduz o volume da mala.

3 - Faça com as camisas o mesmo que fez com as calças. Troque os sentidos dos colarinhos para equilibrar a mala, mas primeiro abotoe e dobre as mangas para trás, um pouco abaixo da linha da cintura.

4 - Envolva o monte de roupas com as pernas das calças e vestidos. Depois, preencha os espaços que sobraram com peças pequenas como cintos, roupas íntimas, sapatos (com as meias dentro) e o pijama.

5 - Dobre o casaco em quatro e ponha por cima de tudo pelo avesso. Lenços, gravatas e écharpes podem ser arrumados na bolsa lateral da mala

6 - Coloque uma bolsa com os remédios, livros e aparelhos eléctricos na tampa da mala.

fonte: vida e beleza

1.Porque nasceu com o corpo cheio de pelinhos?

Alguns bebés podem nascer com as costas e os ombros cobertos por um pêlo fininho. Este pelinho – chamado lanugo – muitas vezes preocupa os pais. Mas não há motivos para se assustarem, já que esse pelinho – que cresce aos bebés durante a gestação – não é definitivo e cai pouco tempo depois de o bebé nascer.

É verdade que alguns nascem com mais pêlo do que outros, mas isso depende, principalmente, da origem genética. Por outras palavras, se os pais forem "peludos", é possível que o bebé também o seja.

2. Porque se formam crostas na cabeça do bebé?

As crostas que se formam por vezes na cabeça do recém-nascido, denominam-se "crosta láctea", e dependem basicamente das características da pele do bebé. Assim, quanto mais gordurosa for a sua pele, mais crostas se formarão. A crosta láctea não é mais do que uma secreção das glândulas seborreicas, e normalmente localiza-se no couro cabeludo, embora também possa aparecer nas sobrancelhas e por detrás das orelhas.

As mamãs podem ficar muito preocupadas, devido ao seu aspecto, mas não desesperem, porque essas crostas cairão sozinhas. Para isso, basta colocar um pouco de óleo de amêndoas doces sobre as crostas meia hora antes do banho, pois isso ajuda a que se soltem com mais facilidade utilizando uma escovinha macia. De todas as formas, elas acabam por soltar-se sozinhas.

3. Porque é que as meninas às vezes libertam um fluxo rosado?

Durante a gravidez, tanto os meninos como as meninas, estão expostos às hormonas maternas (fundamentalmente estrógenos e progesterona). E no caso das meninas, ao longo da gravidez, a sua mucosa vaginal também recebe esse estímulo hormonal.

Embora ao nascer esse estímulo termine abruptamente, parte dessas hormonas permanece na mucosa vaginal das bebés e pode originar um fluxo rosado ou uma pequena hemorragia (pseudo menstruação). Quando as mamãs vêem que a bebé tem uma hemorragia, podem assustar-se muito. Mas não se devem preocupar, este episódio irá passar e não se voltará a repetir.

4. Se nasceu com os olhos azuis, eles ficarão assim?

Ao princípio, os olhos escuros, sejam pretos ou castanhos, apresentam uma coloração azul acinzentada. Mas isso não quer dizer que o bebé tenha olhos azuis, apenas que o tom escuro ainda não se encontra definido.

Por volta dos 6 meses já mostrará a cor definitiva dos olhos. No entanto, quando os olhos são definitivamente azuis, eles mostram-se assim desde o primeiro momento, e não há dúvidas a esse respeito.

5. Porque é que quando chora, lhe treme o queixo?

Os bebés nascem com imensos reflexos, que são movimentos involuntários. Alguns permanecem por toda a vida, enquanto que outros vão desaparecendo à medida que a criança vai amadurecendo.

Assim, há reflexos que desaparecem em poucas semanas e outros alguns meses mais tarde. O facto de lhe tremer o queixo quando chora é totalmente normal, e é um desses movimentos involuntários que vão desaparecendo com o tempo.

6. Se o recém-nascido espirra, significa que está constipado?

Os recém-nascidos podem espirrar com frequência, mas isso não quer necessariamente dizer que estejam constipados. O espirro é uma forma de limpar as fossas nasais de corpos estranhos e de limpar as secreções. Quando o bebé está constipado apresenta uma secreção mucosa clara e semilíquida.

7. Porque boceja tanto, se dorme normalmente?

O bocejo faz parte do processo neurológico e de maturidade da criança, e nem sempre implica que tenha sono. Muitas vezes é simplesmente uma forma de se espreguiçar.

8. Porque é que poucos dias após nascer lhe apareceram escamas na pele?

A pele de todo o recém-nascido muda e renova-se, de modo que o bebé elimina a pele com que nasceu e substitui-a por uma nova. Embora a substituição seja progressiva em todo o corpinho, esse processo é mais visível nas mãos, nos pés, nos pulsos (quer dizer, fundamentalmente, nas extremidades), e no abdómen.

9. Porque lhe surgem pontos brancos do nariz?

Este facto está relacionado com a crosta láctea. Também se deve ao desenvolvimento das glândulas sebáceas, e tanto o rosto como o couro cabeludo do bebé possuem um número importante delas.

Estes pontinhos brancos chamam-se "milia", e dependem das características da pele do bebé: se for gordurosa, está mais propensa a que surjam, mas desaparecem ao longo do primeiro mês. Se é das mamãs que não consegue conter a tentação em espremer as borbulhas, lembre-se que NÃO deve tocar nos pontinhos brancos do bebé, sob pena de fazer cicatrizes.

10. Porque é que o bebé tem ramelas? Como devo limpar-lhas?

É comum que os recém-nascidos tenham ramelas. Trata-se de secreções oculares totalmente normais que pode limpar com uma gaze estéril embebida em água morna.

Estas secreções não implicam conjuntivite, porque a conjuntivite manifesta-se com secreções que colam os olhinhos a tal ponto que o bebé não consegue abri-los. Nesse caso, é melhor marcar uma consulta com o pediatra, para que lhe indique o tratamento adequado.

11. É normal que chore sem lágrimas?

Durante as primeiras semanas de vida, os bebés choram sem lágrimas. Isto deve-se a que as glândulas lacrimais – que são as glândulas que "fabricam" as lágrimas – nessa altura ainda estão pouco desenvolvidas. À medida que vão ganhando maturidade, começam a funcionar e no final do primeiro mês, já começam a aparecer as primeiras lagrimitas.

12. O meu bebé está agasalhado, mas tem os pés e as mãos gelados

É normal que, quando a mamã nota que os pezinhos do bebé estão frios, interprete que ele está com frio e corra a calçar-lhe um par de botinhas. E, se achar que ele ainda continua com frio, talvez o tape com uma mantinha de lã.

No entanto, é importante saber que todos os recém-nascidos têm as mãos e os pés frios, e até podem chegar a estar azulados. No entanto, isto não quer dizer que o bebé esteja pouco agasalhado ou que tenha frio, mas sim que as suas mãos e pés têm um menor fluxo de sangue (vaso constrição), e isso faz com que pareça estar gelado.

É uma situação normal, no entanto, deve preocupar-se quando o bebé tem as mãos ou os pés muito quentes, já que poderá estar com febre.
13. Como devo limpar-lhe o coto do cordão umbilical?

O coto do cordão umbilical tem uma cicatriz, e, para limpar-lho, deve passar suavemente uma gaze esterilizada embebida em álcool, em cada muda de fralda. O coto deve limpar-se desde a base até ao extremo livre, e muito especialmente na união com o umbigo. Desta forma, secará e cairá mais rapidamente.

14. Porque é que às vezes tem sangue no coto do cordão umbilical?

Quando o coto se desprende, é normal que apareça uma crosta de sangue seco que pode assustar as mamãs. No entanto, não deve ter receio de limpar-lho. Pelo cordão umbilical passavam vasos sanguíneos cuja cicatrização ainda não se completou. Por isso, devemos continuar a limpar com gaze e álcool, até que cicatrize totalmente.

No entanto, se notar que o coto tem mau cheiro ou que tem secreções, é necessário consultar o pediatra, já que pode tratar-se de uma infecção.

15. Quando cairá o cordão umbilical?

Entre os 10 e os 20 dias posteriores ao nascimento, o cordão cairá e deixará essa marca que todos temos: o umbigo. O tempo que demora a desprender-se depende também da forma como for limpo. Uma higiene correcta ajudará a que caia e cicatrize mais rapidamente.

16. Quando a despi para mudá-la, notei que lhe saía leite do peito. É normal?

Também pode suceder que – devido à presença de hormonas maternas – tanto as meninas como os meninos apresentem o peito inflamado e um inchaço nos mamilos. E ainda que não seja muito frequente, podem ter uma secreção láctea. Não se preocupe. Com o passar dos dias, a situação fica normalizada. No entanto, nunca aperte o peito do bebé.

17. É normal que regurgite?

Em primeiro lugar, não devemos confundir regurgitação com vómito. Que os bebés regurgitem é totalmente normal, mas que vomitem não. Nos recém-nascidos, a regurgitação deve-se ao refluxo fisiológico provocado pela ainda imatura comunicação entre o esófago e o estômago.

Devido ao facto do esfíncter esofágico inferior ainda não estar totalmente fechado, parte do leite que o bebé toma volta a subir pelo esófago e sai pela boca.

Isto é mais frequente se o bebé for muito comilão, e comer mais do que suporta o seu estômago. Mas também pode acontecer que regurgite ao mudá-lo bruscamente de posição. Por isso, depois de comer, o bebé tem de arrotar para que elimine o ar que engoliu e é necessário mantê-lo num ambiente calmo e sossegado.

18. Porque tem soluços?

O soluço é outro dos reflexos próprios do recém-nascido que necessita de algum tempo para desaparecer. Um ditado popular diz que, com um susto, o soluço desaparece. Isso deve-se ao facto de que o susto altera a mecânica respiratória e o soluço desaparece.

Mas nos bebés essa táctica não funciona. O soluço desaparece sozinho, por isso nem pense em assustar o pequenito. Não serviria de nada e o pobre do bebé ficaria somente muito desconsolado e assustado.

19. Porque tem os testículos tão grandes?
Os meninos recém-nascidos podem apresentar os testículos muito grandes. Trata-se de uma situação normal. A causa é que – ao nascer – os testículos podem conter algum líquido (hidrocelo), que se irá reabsorvendo com o tempo.

No entanto, o tamanho deve ser idêntico durante as 24 horas. Se durante o dia os testículos sofrerem uma modificação importante no tamanho, é necessário consultar o pediatra.

20. É normal que o cocó tenha mucosidades?

Depois da eliminação do mecónio – que acontece aproximadamente 48 horas depois de nascer – as deposições do bebé começam a modificar-se: tornam-se semilíquidas e de uma cor amarelada ou esverdeada. E não é raro que as deposições tenham mucosidades.

Trata-se de secreções respiratórias que foram digeridas, chegaram ao intestino, e são eliminadas com a matéria fecal. Estes episódios podem ser mais frequentes quando o bebé engoliu líquido amniótico durante o nascimento.

21. Quando poderei levá-lo a passear?

Do ponto de vista físico, o bebé pode sair a passear desde o primeiro dia. No entanto, de acordo com a sua adaptação, é aconselhável que, durante o primeiro mês, não faça passeios muito longos.

Isto representa um benefício tanto para a mamã como para o bebé. Para o bebé, porque acaba de sair do útero, alheio às condições e estímulos do ambiente, e está a adaptar-se a um novo mundo, aos ruídos da casa, às luzes, aos horários.

Por isso, também é conveniente não ir a lugares onde existam muitas pessoas, porque correria o risco de contagiar-se com alguma doença viral. Para a mamã, os passeios breves também são benéficos, dado que se encontra no puerpério: o seu corpo está a regressar à normalidade e cansa-se com facilidade. Por isso, ficar em casa ou sair e não se afastar muito e por breves períodos, será uma vantagem para ambos.

22. Arranhou o rosto com as unhas. Posso cortar-lhas?

Se o pequenito tem as unhas muito compridas convém cortar-lhas, para evitar que se arranhe. O ideal é limar-lhas com uma lima exclusiva para o bebé, ou – se as tiver muito compridas – pode cortar-lhas com uma tesoura especial para as unhas dos bebés (têm a ponta arredondada), previamente desinfectada com álcool.

Mas é preciso muito cuidado para não o magoar, já que – dada a sua pouca imunidade – uma pequena ferida poderia originar uma infecção. A lima é mais segura e é a melhor maneira de evitar magoar o pequenito.

23. Quando poderei dar-lhe o primeiro banho de imersão?

O bebé pode e deve tomar banho logo no primeiro dia de vida. As mães são ensinadas na Maternidade a dar o banhinho ao seu filho. Contudo se não poder dar-lhe banho um dia ou outro não é grave, pode proceder à sua higiene diária através de um banho com algodão: em cima do mudador, pode limpá-lo com um algodão embebido em água morna e sabonete para bebé.

O banho do bebé deve ser sempre de imersão, ou seja, colocando-o numa pequena quantidade de água morna, deve lavá-lo começando pela cabeça, depois o corpo e por fim os genitais.

O banho descontrai o bebé e ele gosta muito. No entanto, tenha em atenção que ele assusta-se muito com o duche, por isso, não pense nessa opção.

24. Quando lhe vou dar o peito, abre a boca enquanto abana a cabeça. Porquê?

Trata-se do reflexo de busca, que está presente desde o nascimento, mas que irá desaparecendo com o tempo.

Quando o bebé procura o peito, abre a boca e sacode a cabeça como que a dizer "não". É necessário aproveitar esse momento e prendê-lo ao peito, para que agarre o mamilo e a auréola.

25. Parece-me que o meu bebé gosta mais do peito esquerdo que do direito. O que faço?

Muitas mulheres têm essa sensação. Mas é necessário insistir em oferecer-lhe o outro peito. No entanto, se o bebé acaba por não o aceitar, não deve preocupar-se demasiado, já que cada peito produzirá a quantidade de leite necessária para o bebé e poderá alimentá-lo como ele quiser.

fonte:www.mensageirovirtual



Mas não se preocupe, não há razão para recear e em breve este será um momento divertido e de intimidade entre mamã e bebé.
É natural que o pediatra aconselhe que, nos primeiros dias, o bebé tome "banho seco", uma vez que a pele ainda é bastante frágil.
A higiene do bebé é muito importante e deve ser seguida com grande atenção. Depois dos primeiros dias e após recomendação do pediatra, poderá começar a dar banhos de imersão ao seu bebé. No entanto, deve ter alguns cuidados:

- Aquecer a divisão onde dará banho ao bebé. Com este cuidado o bebé sentir-se-á mais confortável e evitará as constipações.

- Preparar antecipadamente tudo o que vai precisar, toalha, sabonete, champoo. Deste modo evita deixar o bebé sozinho.

- Usar uma banheira não muito profunda, com mais ou menos 10cm de água. Deve colocar primeiro água fria e só depois água quente, até atingir a temperatura de 37º. Só depois de atingir esta temperatura é que deverá mergulhar o bebé, cuidadosamente, na água do banho.

No fim do banho, deverá secar o bebé cuidadosamente e aplicar-lhe uma loção hidratante indicada.


O banho seco



O banho seco é um tipo de banho indicado para os primeiros dias do bebé, enquanto o umbigo ainda está a sarar, uma vez que o bebé não é imerso em água. Deve seguir as indicações dadas pelo pediatra, no entanto, aqui ficam alguma dicas:

- Antes de tirar as roupas do bebé, deve limpar-lhe a cabecinha. Faça-o com algodão ou gaze embebida em água morna e sempre com muito cuidado, para não magoar o bebé. Limpe-lhe os olhos, as narinas, cara e orelhas com uma gaze esterilizada e soro fisiológico.

- Depois, lave os cabelos do bebé. Deve fazê-lo com um sabonete liquido para bebé e enxaguar com uma toalha macia e sem esfregar.

- Retire-lhe as roupinhas da parte cima. Lave o bebé com algodão embebido em água morna e sabonete líquido apropriado. Limpe-lhe o pescoço, o tronco (à frente e atrás) e os bracinhos, tendo especial cuidado com a limpeza das dobrinhas, enxugue o bebé e coloque-lhe roupas limpas.

- Tire as roupinhas de baixo e a fralda. Limpe o bebé com algodão embebido em água morna e sabonete líquido, tal como explicitado na parte de cima. Deve ter um especial cuidado com possíveis resíduos de fezes.

- Limpe o umbigo de acordo com as indicações dadas pelo pediatra.

Depois deste processo, o seu bebé estará limpinho.

fonte:www.milupa.pt

Os carrinhos, os brinquedos, a impaciência, as esperas, são todos motivos que levam pais a desesperar. Não desista, prepare-se com algumas regras que ajudarão a passar as ferias clamas que precisa, mas junto dos seus filhos.

1.Previna-se para as filas de trânsito, ou para as esperas mais angustiantes levando na sua carteira alguns snacks e alguns jogos.

2. Num avião lembre-se dos outros. Corte qualquer tipo de gritarias e de correrias na entrada do avião, e na viagem.

3. Tente não forçar as crianças a estarem até tarde nos restaurantes – as crianças quando se encontram cansadas provavelmente farão mais birras e mais barulho, que noutra ocasião qualquer.

4. Se vai ficar na casa de amigos, leve arrumações para os brinquedos, ou tente sempre manter os brinquedos dos seus filhos arrumados, acabando assim por lhes demonstrar um exemplo de um comportamento correcto.

5. Se frequentar piscinas, controle os saltos dos filhos para a piscina quando estiverem mais pessoas dentro dela. Ensine-os a respeitar o espaço e sossego dos outros.

6. Saiba a que regras poderá ceder. O que seriam umas férias em família sem sobremesas, gelados, e até com uma luta de almofadas?

Boas Férias!


Eis aqui algumas dicas para se divertir e alegrar a pequenada

Na decoração de festas infantis, a comida e bebidas têm de ser bem planeadas:

  • Coloque a comida para as crianças em mesas baixas ou bancos, de forma a que lhe possam chegar facilmente 
  • Não encha completamente os jarros de sumo, de forma a que elas consigam levantá-los sozinhas 
  • Copos de plástico ou papel são mais seguros do que os de vidro
  • Cubra a comida e bebidas - use tampas grandes de plástico transparente ou colorido e redes contra os mosquitos. Senão tiver nada deste tipo em casa, use guardanapos de pano grandes e faça mini-tendas, colocando no centro de um prato grande, um copo voltado para baixo e um guardanapo por cima, de forma a tapar o prato.
  • As palhinhas também servem para decoração. Amarre-as, dobre-as, misture-as, ou simplesmente coloque um montinho colorido em cada mesa, em forma de leque.
  • Faça uns chapéus divertidos para as crianças, em papel. Use papel colorido, ou faça alguns desenhos com canetas e escreva o nome de cada criança. Faça sempre alguns a mais, para substituir os que se vão estragar durante a festa e para dar a convidados inesperados. Tudo ajuda a tornar mais colorida a decoração de festas infantis.
  • Escolha quatro vasos ou recipientes grandes. Cole um pedaço de papel com indicação do tipo de lixo (nome ou cor) em cada um e coloque perto da zona de refeições. Durante a festa vá ajudando as crianças a separarem o lixo correctamente para a reciclagem (vai ver que a maioria já o sabe fazer sozinha). Assim no final da festa, já terá o lixo separado por tipos.

No entanto todos os Cuidados são poucos e deverá ter em atenção estes:

  • Tape todas as fontes, poços, canais e tudo o que tenha água. Lembre-se que uma criança pequena pode afogar-se em meio palmo de água. Uma forma de resolver o problema é colocar dentro das fontes pedras ou pedrinhas decorativas, que resolvem o problema de segurança e podem ser retiradas mais tarde.
  • Se tem animais domésticos, é preferível que não estejam no jardim durante a festa e que os leve lá só por um curto espaço de tempo, tanto para protecção das crianças como dos próprios animais. Em dia de festa, a energia e excitação é tanta, que ambas as partes podem assustar-se.